
Como veneno:
A estricnina, bem como os seus sais, são usadas como veneno para matar animais roedores, pássaros, toupeiras e outros predadores de animais. [5]
Farmacologicamente:
Relativamente ao uso terapêutico, são atribuídas algumas propriedades terapêuticas à estricnina mas que não estão comprovadas cientificamente ou então só são evidenciadas com doses tóxicas. Pensa-se, contudo, que esta molécula seja útil na modificação da deterioração neurológica em crianças, resultante da hiperglicemia não cetónica que se carateriza por um aumento dos níveis de glicina a nível cerebral e do fluído cérebro-espinhal. [6]
Referências:
[5] http://www.inchem.org/documents/pims/chemical/pim507.htm#SectionTitle:1.1 Substance (acedido em 22/04/2017).
[6] https://toxnet.nlm.nih.gov/cgi-bin/sis/search2/f?./temp/~om7ltV:1:ther (acedido em 22/04/2017).
