

Após a ingestão da estricnina, os sintomas iniciam-se após 15 a 30 minutos, começando com apertos, espasmos dolorosos e hirpertonicidade dos músculos. Posteriormente, manifestam-se outros sintomas consequentes de alterações que ocorrem em praticamente todos os sistemas do organismo humano e que representados na figura seguinte:
Como resultado das contrações e da hiperatividade muscular, ocorre uma acidose metabólica grave que pode levar à falha respiratória (morte precoce), à falha multiorgânica e a lesões cerebrais anóxicas (morte tardia).
Os ataques, geralmente, aparecem a cada 10 a 15 minutos e durante estes os olhos protraem e as pupilas aumentam, podendo estas ações serem espontâneas ou resultantes de estímulos (ex: ruídos, luzes). Durante estes episódios, a pessoa nunca perde a consciência. Se a intoxicação continuar sem ser tratada, a duração de cada ataque vai ser cada vez maior.
Caso a pessoa sobreviva aos efeitos tóxicos do envenenamento pela estricnina, os efeitos a longo prazo não são muito prováveis mas podem existir, por exemplo, a insuficiência renal e danos cerebrais devido à falta de oxigénio, podem surgir como consequência da intoxicação. Quando a intoxicação é grave, as pessoas têm alta probabilidade de não sobreviverem. [8][11][12]
Referências:
[8] https://toxnet.nlm.nih.gov/cgi-bin/sis/search2/f?./temp/~98rpBn:3 (acedido em 19/04/2017).
[11] https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/441071#section=REL (acedido em 19/04/2017).
[12] https://emergency.cdc.gov/agent/strychnine/basics/facts.asp (acedido em 19/04/2017).

Arqueamento opistónos
Asfixia
